NOVE MEDIDAS PARA COMBATER A JIHAD COM SUCESSO

 

Nove Medidas para combater a Jihad com sucesso



Jamie Glazov



Nota dos editores da Revista FrontPage Magazine: lançando luz sobre aquilo que denominam de disparate de imigrantes muçulmanos esfaqueando incrédulos em surtos aleatórios na Europa, e a recusa proposital de líderes, autoridades e da grande mídia em explicitar a ligação desse fenômeno com a jihad islâmica FrontPage Magazine, considerou importante chamar a atenção sobre quais medidas os EUA e o Ocidente devem tomar para enfrentar de forma enérgica o ataque incessante dos Jihadistas e dos seus facilitadores esquerdistas. Estamos, portanto, publicando novamente o artigo de Jamie Glazov, editor da FrontPage Magazine, "9 Medidas para combater a Jihad com sucesso" publicado em 12 de julho de 2016 no site Breitbart. Glazov escreveu o artigo no fim do desastroso governo Obama, e o autor reconhece e celebra a disposição do governo Trump para salvar vidas e combater a Jihad.   Frontpage está confiante de que essas nove medidas sugeridas no texto abaixo continuarão a ser o foco geral do governo Trump que, felizmente, está tomando certas medidas cruciais e produtivas diante do nosso inimigo.



Consideramos esse artigo ainda mais relevante e atual devido ao 17º aniversário do 11 de setembro.



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Enquanto, o governo Obama continua a permitir que a Irmandade Muçulmana dirija a política externa americana e, portanto, implemente "estratégias" que tornem a América indefesa diante da Jihad e da Jihad dissimulada, existem algumas estratégias alternativas que têm o potencial de mudar essa situação catastrófica.



Seguem abaixo as 9 medidas concretas que, se implementadas por um futuro governo, vão fazer uma grande diferença na preservação da Civilização Ocidental e na defesa das nações contra o terrorismo.



A Jihad Dissimulada




  1. Tratar o inimigo pelo seu próprio nome e fazer uma avaliação da ameaça



O governo Obama recusa-se a tratar o inimigo pelo seu próprio nome, portanto, continua a permitir a nossa derrota na guerra ao terrorismo. É urgente tratar o nosso inimigo pelo seu próprio nome, Jihad Islâmica. E identificar claramente qual é a ideologia que motiva o nosso inimigo, ou seja, a sharia (Lei Islâmica).




  1. Abandonar a concepção de segurança voltada ao "combate do extremismo genérico"



Focalizar no "combate ao extremismo" é focar em nada. Essa forma de combater o terrorismo do governo Obama é contraproducente.  O "combate ao extremismo" é por um lado, um foco vago e sem direção. E por outro lado, tal enfoque permite que o governo nutra a fantasia de que existem extremistas de todos os tipos - que são sempre os oponentes da esquerda - e são eles as principais ameaças do país. Exemplo: Stephen Coughlin demonstrou que os "extremistas violentos" com os quais o governo está claramente preocupado são os "islamofóbicos de direita" que o governo considera a ameaça real à segurança americana. A concepção de combate ao extremismo sem nome precisa ser jogada na lata de lixo.




  1.   Proibir a "Parceria" com grupos de fachada da Irmandade Muçulmana.



O governo precisa parar de escutar e de cooperar com grupos de fachada da Irmandade Muçulmana, por exemplo: CAIR (Conselho para Relações Islâmicas com a América) e ISNA (Sociedade Islâmica da América do Norte). O documento da Irmandade Muçulmana, o Explanatory Memorandum, deixou claro que o objetivo dessa Irmandade é destruir nossa civilização por dentro com nossas próprias mãos através de grupos de pressão influentes na opinião pública.  Além disso o próprio Robert Spencer, estudioso e crítico do Islam, aconselha a criação de uma legislação que impeça que esses grupos e indivíduos aconselhem o governo ou recebam subsídios.



4. Implementar uma estratégia concreta de "combate à jihad".



Depois de descartar a concepção absurda de "Combate ao extremismo", uma estratégia concreta de combate à Jihad deve se tornar uma política oficial. Deve estar registrado com clareza que os jihadistas são os inimigos, e que a Lei islâmica (Sharia) é a motivação. Mais importante ainda como Sebastian Gorka demonstra, "Defeating Jihad: The Winnable War", o governo precisa estabelecer uma concepção de segurança onde conste a análise da doutrina ou ideologia do inimigo. Como fez George Kennan no Long Telegram e NSC-68  que serviu de base estratégica para combater o comunismo na Guerra Fria. É absolutamente incompreensível que nada disso ainda exista diante da guerra ao terrorismo. Isso é um reflexo da esquerda no poder que está semeando a derrota.



5. Lançar nossa própria campanha de contrapropaganda.



A esquerda e os islamitas se engajam em fazer propaganda 24 horas por dia e nos 7 dias da semana. O que nossa propaganda de guerra implica? Nada!



Sebastian Gorka está correto quando recomenda uma campanha nacional de contrapropaganda que envolva um esforço duplo. Primeiro, um esforço para definir o nosso inimigo - Medidas 1 e 4 do texto-  e segundo, um fortalecimento dos aliados e parceiros nos seus próprios esforços de contrapropaganda. Devendo incluir entre esses aliados os próprios muçulmanos que estão tentando formar uma versão anti-jihadista do Islam.



Consequentemente, programas educacionais devem ser implantados em todos os lugares. Escolas, universidades, locais de trabalho, empresas e inúmeras outras instituições. Esses programas devem esclarecer o que é a Lei Islâmica (sharia) e como ela inspira e sanciona a violência contra os incrédulos. Isso também envolve nos termos de Gorka "um programa de educação nacional que inclua as forças armadas, as forças policias e os serviços de inteligência." Essa campanha de educação também deve se concentrar na segunda parte da campanha de contrapropaganda de Gorka, ajudar a fortalecer os muçulmanos que buscam tirar o Islam das mãos jihadistas.



6. Afirmar que a Sharia, a Lei Islâmica, é sediciosa e fere a Constituição dos EUA.



Uma vez aceita a verdade de que os jihadistas são inspirados e sancionados por seus textos islâmicos, é necessário que as mesquitas, escolas e grupos islâmicos excluam imediatamente qualquer ensinamento que motive a sedição, violência e ódio aos incrédulos. Uma vez que o Estado discerne e classifica os elementos da Lei islâmica (sharia) que ameaçam a Constituição americana. Qualquer pregação e disseminação de alguns desses elementos na América deve ser classificado como sedição.



7. Pressionar mesquitas, grupos islâmicos e escolas.



As autoridades devem submeter as mesquitas e outras instituições islâmicas à vigilância, e descartar a noção suicida da esquerda de que é racismo e islamofóbico fazer isso. As instituições islâmicas têm que ser obrigadas a fazer o trabalho boca a boca contra o terrorismo. Como aconselha Robert Spencer,  isso tem que envolver a introdução de programas de combate à jihad. Tais programas devem ser regularmente monitorados pelo Estado. Isso faz parte da campanha de contrapropaganda sugerida por Gorka. Ver medida 5.



Robert Spencer (https://www.jihadwatch.org/2016/07/its-time-to-ditch-the-entire-countering-violent-extremism-strategy) salienta com razão a necessidade dos serviços de inteligência e aplicação da Lei conquistarem a confianças das comunidades muçulmanas, e não o inverso.



8. Trazer aqueles que combatem o Jihadismo para dentro do governo.



No lugar de trazer simpatizantes da Irmandade Muçulmana como Mohamed Elibiary para conselheiro no Conselho de Segurança Nacional dos EUA e ("renunciou" sob circunstâncias misteriosas em setembro de 2014) e muitos menos trazer indivíduos ligados à Irmandade Muçulmana como Huma Abedin, braço direito de Hillary Clinton, precisamos trazer pessoas que realmente amem a América e queiram protegê-la. Todos nós sabemos quem são esses indivíduos nobres e corajosos, e alguns deles são mencionados neste artigo. O governo também deve trazer para dentro corajosos muçulmanos que rejeitam genuinamente a Jihad, e os capacitem para propagar sua visão anti-jihadista do Islam.



P.S. (Glazov): Existem argumentos sobre o Islam que afirmam que não existe islam sem Jihad, mas o debate sobre isso pertence a outro fórum. Seja qual for a resposta, isso não significa que o esforço para capacitar os muçulmanos que querem propagar a visão anti-jihadista do Islam não deva ser feito.



9. Rdicularizar o inimigo.



O ridículo é uma arma poderosa e "viciante".  Há um silêncio desconcertante e vergonhoso na esfera cômica da nossa cultura, especialmente em Hollywood e na grande mídia em relação aos inúmeros elementos da Sharia e da Jihad que merecem pelo menos um milhão de hilários esboços satíricos.  Apesar dos desagradáveis inconvenientes ​​que Bill Maher cause aos olhos dos conservadores, ele estabeleceu um padrão de ousadia em sua sátira "Burka Fashion Show".  Os comediantes americanos precisam começar a escrever roteiros que seguem os passos de Maher. E os cidadãos americanos precisam encorajar os comediantes e também defendê-los vigorosamente dos ataques e calúnias que inevitavelmente receberão das forças totalitárias esquerdistas e islâmicas.



Nunca devemos subestimar o efeito incapacitante da comédia sobre os mullahs totalitários do mundo. O riso desdenhoso das pessoas quando elas olham para as regras patéticas e vidas dos guardiões da Sharia, representa um perigo para os tiranos como nenhum outro.



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Sobre o Autor, Jamie Glazov.



Jamie Glazov (66) é pós-doutor em história com especialização em política externa russa, norte-americana e canadense. Ele é o editor da Revista eletrônica "Frontpage Magazine" e apresentador da Web TV "The Glazov Gang". Glazov é o autor da obra aclamada pela crítica "United in Hate: The Left's Romance with Tyranny and Terror" e da obra "Jihadist Psychopath".  Outras dados podem ser encontrados no seu site.



Tradução: Ricardo Gustavo Garcia de Mello



Link do Artigo original em Inglês:



https://www.frontpagemag.com/fpm/271287/9-steps-successfully-counter-jihad-jamie-glazov